Arritmias cardíacas
Arritmia cardíaca e palpitações: quando investigar com Holter e cardiologista
Palpitações podem ser benignas, mas também podem indicar arritmias que merecem registro, avaliação clínica e acompanhamento cardiológico.
Revisão editorial médica: Dr. Paulo Roberto Nogueira, CRM 53.790/SP e Dra. Cristiani Nogueira, CRM 77.127/SP.

Quando palpitações pedem atenção
Palpitação é a percepção dos batimentos do coração. Pode aparecer como coração acelerado, batidas fortes, falhas, pausas ou sensação de tremor no peito. Nem toda palpitação significa doença grave, mas sintomas repetidos precisam ser contextualizados.
A avaliação é mais importante quando há tontura, desmaio, dor no peito, falta de ar, histórico familiar de morte súbita, doença cardíaca conhecida ou episódios durante esforço físico.
- Anote horário, duração, gatilhos e sintomas associados.
- Procure urgência se houver desmaio, dor no peito intensa ou falta de ar importante.
- Leve exames prévios e lista de medicamentos para a consulta.
Por que o Holter pode ajudar
O eletrocardiograma registra um momento curto. Já o Holter acompanha o ritmo por um período maior, geralmente 24 horas ou mais, aumentando a chance de capturar alterações que aparecem de forma intermitente.
O cardiologista decide se o Holter é necessário a partir da história clínica, exame físico, frequência dos sintomas e risco individual do paciente.
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